Temos que concordar que a tecnologia, assim como muitas outras coisas, possui o “lado bom” e o seu “lado ruim”. Nos tornamos uma sociedade que literalmente vive com a “cara enfiada nos celulares”, entretidos nas mais diversas atividades, tais como: redes sociais, jogos, pesquisas, compras, mensagens instantâneas, músicas, vídeos, etc.

Muitas das facilidades da tecnologia aliadas a conexão com a internet, transformaram de forma gigantesca o nosso modo de viver e em poucos anos já estamos vivendo a era da inteligência artificial, coisa da qual só ouvíamos falar em filmes e e olhe lá…

Em se tratando de smartphones em geral, todos conhecemos o recurso da autocorreção que, como dissemos acima, serve tanto para o bem, quanto para o mal. Quanto dizemos “para o mal”, estamos falando sobre correções ou digitações automáticas de palavras que, as vezes, já estão corretas. Se digitamos com muita velocidade, geralmente por causa da pressa na qual vivemos, não prestamos atenção no corretor e as palavras são adicionadas automaticamente ao texto.

É claro que nenhuma tragédia acontece (ao menos teoricamente) por causa disso, porque podemos identificar a palavra, escreve-la novamente reenvia-la acompanhada de um * (asterisco) e tudo fica resolvido.

Em caso de campanhas de SMS marketing, isso é ruim porque, muitas vezes, para participar de uma promoção para receber um determinado desconto, por exemplo, é necessário enviarmos ou respondermos a um sms através de uma palavra específica. Imagine que para receber o desconto na compra de uma pizza você tenha que responder: pizzadesconto.

Nessa situação, certamente o auto corretor entrará em ação, provavelmente corrigindo para pizza, e se não estivermos atentos, a palavra “errada” será respondida. Desse jeito nem nós ganhamos o desconto, porque certamente o software que recebe a resposta recusará a palavra, nem a empresa conseguirá, por exemplo, captar o nosso celular para inclui-lo em sua lista a fim de manter contato conosco posteriormente.